13 de nov. de 2013

Pneus devem ser trocados antes de chegarem ao limite.

Foto: Shutterstock

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabelece que os pneus dos carros não podem ter profundidade inferior a 1,6 milímetro nos sulcos (os frisos). Mas especialistas dizem que o motorista não deve esperar chegar a essa marca. Os componentes devem ser trocados bem antes disso para garantir a segurança do veículo.
Segundo o supervisor de engenharia de campo da Bridgestone, Gilberto Haviaras, com pneus com menos de 3 milímetros o carro já perde estabilidade. O veículo fica com dificuldade para fazer as curvas. Também aumenta o risco de aquaplanagem. Abaixo desse índice, o motorista já deve se preocupar em trocá-los. A medição pode ser feita em uma empresa especializada.
Gilberto diz que a vida útil do pneu é determinada pela relação da manutenção com a forma de uso do motorista. “Depende de vários fatores tais como: estilo de condução, alinhamento do veículo, condições de manutenção da suspensão, relevo, clima, condições de piso da via, entre outros”, observa o especialista.
Manutenção
Para evitar multas e riscos, o motorista deve revisar a situação dos pneus no máximo a cada 10 mil quilômetros, conferindo sempre balanceamento, geometria e situação da suspensão. Peças estragadas da suspensão comprometem o desgaste. Os especialistas também recomendam o rodízio dos pneus dianteiros com os traseiros a cada 10 mil quilômetros para evitar o desgaste desproporcional, já que os da frente costumam perder mais borracha do que os de trás.
Fonte: Terra